100 milhões de vacinas distribuídas: Bolsonaro faz pronunciamento

Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on whatsapp
Share on linkedin

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento na noite da última quarta-feira, 03 de junho, para comemorar a marca de 100 milhões de doses de vacinas distribuídas, e aproveitou para reiterar que seu governo não negocia a liberdade religiosa, assim como o direito ao trabalho e à locomoção.

Bolsonaro abordou o assunto por conta das medidas restritivas impostas por prefeitos e governadores, com a chancela do Supremo Tribunal Federal e a despeito da Constituição Federal, que impediram dezenas de milhões de cristãos de participarem de cultos e missas desde que a pandemia se instalou.

Enfatizando que “considera o o direito de ir e vir, o direito ao trabalho e o livre exercício de cultos religiosos inegociáveis”, explicou que por isso sempre atuou na direção de protege-los: “Todos os nossos 22 ministros consideram o bem maior de nosso povo a sua liberdade”.

A preocupação com a segurança dos imunizantes foi destacada pelo presidente, que sublinhou que todas as 100 milhões de doses das vacinas já entregues aos governadores fazem parte de projetos avaliados e aprovados pela Anvisa: “Neste ano, todos os brasileiros que assim desejarem serão vacinados”.

Em outros trechos do pronunciamento, Bolsonaro exaltou a retomada de “obras paradas há décadas”, o avanço na transposição do rio São Francisco, a ampliação da malha ferroviária no país, assim como a construção de pontes e reforma e conclusão de rodovias que ligam áreas afastadas ao restante do Brasil.

A retomada da economia, assim como a aprovação do marco legal do saneamento básico também foram destacadas pelo presidente, já que essa combinação permitirá que água tratada e coleta de esgoto alcancem dezenas de milhões de pessoas carentes em todas as regiões.

Copa América

Desde a confirmação que a Copa América 2021 será realizada no Brasil por conta da falta de condições na Argentina e Colômbia, veículos de imprensa, em especial os do Grupo Globo, têm feito críticas severas ao governo, alegando que não haveria condições de hospedar um evento esportivo devido à pandemia.

A realidade, no entanto, mostra que o país está recebendo delegações estrangeiras para a realização das copas Libertadores e Sul-Americana, assim como das Eliminatórias da Copa do Mundo 2022, que serão retomadas na próxima sexta-feira, 04 de junho, com uma partida entre Brasil e Equador em Porto Alegre (RS), no Estádio Beira-Rio.

A Copa América é um evento que, neste ano, tem os direitos de transmissão sob posse do SBT, enquanto as Eliminatórias da Copa do Mundo são vinculadas à Globo. Esse detalhe pode explicar o posicionamento de narradores como Luís Roberto e Galvão Bueno contra a Copa América.

“Seguindo o mesmo protocolo da Copa Libertadores e Eliminatórias da Copa do Mundo, aceitamos a realização, no Brasil, da Copa América. O nosso governo joga dentro das quatro linhas da Constituição”, afirmou Bolsonaro, que concluiu: “Que Deus abençoe o nosso Brasil”.

O discurso foi avaliado como positivo pelo jornalista Rodrigo Constantino: “O pronunciamento foi sóbrio, moderado e uma defesa das ações do governo, o que é legítimo diante de uma imprensa que oculta tudo de bom. Terminou com uma ode à Constituição e à liberdade em tempos de autoritarismo. Foi uma fala boa”, resumiu.

Gospel Mais

ÚLTIMOS POSTS