17 missionários e suas famílias são sequestrados no Haiti

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O Haiti, que atravessa uma grave e longa crise social, está no noticiário novamente por conta da ação de um grupo armado que sequestrou 17 missionários e suas famílias.

A informação sobre a ação dos criminosos foi revelada por um integrante do ministério Christian Aid. No relato, em áudio, ele afirma que o grupo de 17 missionários e seus familiares, incluindo as crianças, deixavam um orfanato quando foram sequestrados.

No áudio, há um pedido de oração para que os “homens, mulheres e crianças” sejam mantidos em segurança enquanto estão sendo mantidos em cativeiro pelos sequestradores, nas redondezas de Porto Príncipe.

O caso foi noticiado por veículos de imprensa seculares, como o jornal The Washington Post, dentre outros. Os missionários foram sequestrados logo após finalizarem uma visita a um orfanato na região de Croix des Bouquets, segundo a CNN.

“O diretor de campo missionário e a embaixada americana estão trabalhando para ver o que pode ser feito. Ore para que os membros da gangue cheguem ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo”, diz a voz na gravação, de acordo com informações do portal The Christian Post.

“O bem-estar e a segurança dos cidadãos americanos no exterior é uma das maiores prioridades do Departamento de Estado. Estamos cientes desses relatórios e não temos nada adicional a oferecer no momento”, afirmou um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

O incidente ocorreu um dia depois que o Conselho de Segurança da ONU estendeu sua missão ao país caribenho por nove meses em uma votação unânime.

A empobrecida nação está lutando contra as consequências sociais e políticas do assassinato do presidente Jouvenal Moïse em julho, e os haitianos vêm pedindo aos Estados Unidos que enviem tropas para estabilizar a situação.

O governo Biden recusou o pedido de tropas do primeiro-ministro interino do Haiti, Claude Joseph, dizendo que os EUA enviariam apenas oficiais de segurança para avaliar a situação. Em agosto, um forte terremoto matou mais de 2.000 pessoas, tornando a crise ainda mais aguda.

 

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