Assembleia de Deus tem templo pichado por militantes LGBT

O ódio de parte da militância LGBT aos evangélicos foi expressado através de uma pichação no templo da Igreja Assembleia de Deus na cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE) com a frase “Deus é gay”.

A igreja, dirigida pelo pastor Aílton José Alves, teve a fachada do templo pichada com a provocação e outras ofensas aos membros da congregação, como “idiotas” e “bichas”.

Os moradores da cidade situada na Região Metropolitana do Recife (PE) se incomodaram com o vandalismo e manifestaram solidariedade aos evangélicos, de acordo com a página Assembleianos de Valor, no Instagram.

“Se isso acontece, é porque estamos no caminho certo, caso contrário não faria diferença nem teria motivos para revolta. Que Deus tenha misericórdia dessas vidas e de todas que apoiam esse ato”, comentou um usuário das redes sociais após a provocação associando o Criador ao movimento gay.

A legislação vigente no Brasil considera a pichação um crime, assim como a discriminação ou preconceito contra religiões.

A psicóloga Marisa Lobo (PTB-PR) comentou a situação e afirmou que a luta dos cristãos no país vai além das questões eleitorais: “Realmente, [a] batalha que nós estamos enfrentando no Brasil não é apenas política, mas trata-se de uma guerra espiritual, das trevas contra a luz. E desta vez mais um templo evangélico foi vandalizado pela esquerda”, protestou.

No mesmo texto, Lobo recapitulou situações recentes envolvendo ações extremistas dos militantes da ideologia de esquerda: “Isso retrata o ódio que a esquerda tem dos evangélicos e da Igreja do Senhor Jesus Cristo, a qual pautada pelos princípios da Bíblia sagrada, é contra todas as abominações do presente século”.

“Recentemente uma série de Igrejas cristãs tem sido alvo de ataques de militantes esquerdistas. No mês passado um vereador do PT invadiu uma igreja católica durante uma missa e fizeram discursos políticos, atrapalhando a celebração religiosa”, finalizou.

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