Banco fecha conta de ministério por pressão de grupo LGBT

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Um ministério cristão teve sua conta em um banco multinacional encerrada depois que a militância LGBT pressionou a instituição financeira a parar de prestar serviços à entidade.

O Barclays, um banco multinacional britânico de investimentos e serviços financeiros com sede em Londres – patrocinador da Premier League, a primeira divisão do futebol inglês –, cortou a conta de um ministério cristão acusado de supostamente estar envolvido na “chamada terapia de conversão gay”, informou o portal pentecostal Charisma News.

O ministério Core Issues Trust (CIT), que se apresenta como um grupo de “terapia de conversação para pessoas que desejam descobrir como se afastar de atrativos indesejados e confusões de gênero”, perdeu sua conta no Barclays. A atividade é chamada tecnicamente de SAFE-T, que é uma sigla em inglês para “exploração de fluidez de atração sexual em terapia”.

Ao denunciar a perseguição, o CIT afirmou que “a medida ocorreu após a pressão de uma campanha de mídia social LGBT” direcionada ao grupo.

No comunicado, o CIT diz que suas atividades “sem fins lucrativos” oferecem apoio a “homens e mulheres que buscam voluntariamente mudanças na preferência e expressão sexual”. O CEO do CIT, Mike Davidson, disse que o Barclays não forneceu nenhuma explicação sobre sua decisão e que há evidências de que a medida resultou de uma campanha agressiva nas redes sociais oriundas da militância LGBT.

“Na sexta-feira, 3 de julho, os tweets apareceram pressionando o Barclays Bank a parar de fornecer serviços ao CIT”, afirmou o comunicado. “Na segunda-feira, 20 de julho, o Barclays parece ter concordado com esse pedido, informando o CIT e o IFTCC de que as contas serão encerradas em dois meses, em meados de setembro. A Federação Internacional de Terapias e Aconselhamento, um projeto apoiado pelo CIT também recebeu o aviso de encerramento”, diz o texto.

“Desde 28 de junho de 2020, o CIT enfrenta uma campanha coordenada e agressiva de ativistas que rotulam pejorativamente seu trabalho como ‘terapia de conversão’. Esses incentivos via mídia social foram agora relatados em detalhes ao Comitê de Petições Parlamentares, que atualmente convida a apresentação de evidências de abuso online e como Relatórios de Incidentes Graves à Comissão de Caridade da Irlanda do Norte. Alguns dos abusos recebidos foram denunciados à polícia”, acrescenta o comunicado.

O CIT afirma ainda que “recebeu mais de 300 telefonemas incômodos e inúmeras mensagens de ódio”, além de ter tido seu endereço de e-mail cadastrado em sites pornográficos”.

Davidson comentou a acusação de que o ministério pratica “terapia de conversão”: “Este é um termo pejorativo e imposto, cunhado por um ativista gay americano, Dr. Douglas Haldeman, em 1991, que nomeia alguns extremos, como técnicas de eletrochoque e aversão, jamais conduzidas por médicos, há muito abandonadas a partir dos anos 60, ou comportamentos já proibidos, como estupro ‘corretivo’”.

O diretor do ministério ainda acrescentou que a pressão da mídia social é semelhante ao “domínio da máfia”: “Uma campanha coordenada deixou nosso ministério sob imensa pressão e os principais prestadores de serviços cancelaram seus serviços, ação que consideramos discriminatória”, afirmou Davidson.

“O termo ‘terapia de conversão’ está sendo usado como uma frase abrangente destinada a desacreditar qualquer ajuda que as pessoas possam oferecer àqueles com atração sexual mista que preferem seu lado heterossexual. Isso pode incluir um ouvido atento, aconselhamento formal ou apoio espiritual”, ponderou o diretor.

“Se uma multidão de mídias sociais pode fazer com que um banco feche a conta de um ministério cristão, não há lugar para ministérios cristãos biblicamente fiéis. O Reino Unido agora está se tornando um país intensamente intolerante. Os principais prestadores de serviços cancelaram seus serviços a uma caridade cristã por causa de uma multidão nas mídias sociais”, queixou-se.

Andrea Williams, diretora da entidade Christian Concern, que presta apoio jurídico a cristãos que precisam de apoio legal, afirmou que o banco não resistirá a novas tentativas da militância LGBT contra organizações cristãs.

“Se for o CIT primeiro, as igrejas serão as próximas”, avaliou ela. “Se os bancos e outros prestadores de serviços começarem a aplacar campanhas de mídia social encerrando suas contas unilateralmente, o Reino Unido será um lugar muito difícil para os ministérios cristãos […] Esse tipo de demonização e recusa de serviços a um ministério cristão é uma reminiscência de como as empresas judaicas eram tratadas sob o domínio nazista. Apelamos ao governo que interrompa esse tipo de regra da máfia e afirme os direitos de organizações cristãs biblicamente fiéis ser atendido por empresas sem enfrentar essa discriminação intolerante”, acrescentou.



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