Cadáveres de mulheres são violados pelo Talibã, diz ex-policial que fugiu

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Relatos de que combatentes do Talibã têm usado cadáveres de mulheres para praticar sexo têm repercutido na imprensa mundial. Em meio ao cenário de caos, o pastor Franklin Graham conclamou a Igreja de Cristo à oração pela situação no Afeganistão.

Uma ex-policial afegã que fugiu do país para escapar das mãos do Talibã relatou que os extremistas muçulmanos têm feito sexo com cadáveres. O grupo tem ido de porta em porta para capturar mulheres como escravas sexuais e “não se importam se a pessoa está viva ou morta”.

O relato é compatível com a declaração recente de um pastor que permaneceu no país sobre a situação. Ele contou que muitos homens têm dado às suas esposas a decisão de matá-los ou tirarem a própria vida para não serem escravizadas.

“Se uma mulher casada de 25 anos ou mais for encontrada, o Talibã imediatamente mata seu marido, faz o que quer com ela e depois a vende como escrava sexual […] Os maridos e pais deram armas às suas esposas e filhas e disseram-lhes que quando o Talibã vier, eles podem escolher matá-los ou suicidar-se – a escolha é delas”, contou o pastor.

Agora, a descrição feita pela ex-policial, identificada como Muskan, expõe o desprezo dos extremistas pela vida das mulheres. Ela fugiu para a Índia e relatou à emissora News18 que os combatentes do Talibã capturaram mulheres da sua família ou atiraram nelas.

“Quando estávamos lá, recebemos vários avisos. Se você vai trabalhar, está sob ameaça, sua família está sob ameaça. Após um aviso, eles parariam de dar qualquer aviso. Eles estupram cadáveres também. Eles não se importam se a pessoa está viva ou morta. Você pode imaginar isso?”, disse ela à TV indiana.

Mulheres solteiras ou viúvas, além de meninas, entre 12 e 45 anos, são consideradas pelo Talibã como qhanimat, um espólio de guerra a ser dividido entre os combatentes.

Milagre

O pastor Franklin Graham fez um apelo aos irmãos na fé para que orem pelo povo do Afeganistão e pelos americanos que tentam fugir do país.

“Não há esperança para que essas pessoas saiam em segurança – exceto por um milagre da mão de Deus – e é por isso que precisamos orar”, disse ele em um comunicado, segundo informações do FaithWire.

No texto, o pastor diz que a entidade humanitária que ele dirige, Samaritan’s Purse, está fazendo parceria com grupos no Afeganistão para tirar as pessoas do país. Seu filho mais novo, Edward, serviu em seis missões das forças de operações especiais no Afeganistão, e afirmou que “dói” ver o que está acontecendo atualmente no país.

“Passei anos lá e perdi muitos amigos. Há muitos afegãos que amo. Este é um desastre causado pelo homem e não há uma pessoa ou organização que possa consertar isso. Só Deus pode nos livrar desta crise”, lamentou.

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