‘Crentes fiéis preferirão a morte a curvar-se a satanás’, diz pastor

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A ascensão de fenômenos sociais e políticos que se opõem ao alicerce judaico-cristão no mundo ocidental, como por exemplo a liberdade religiosa e a valorização da família, se tornou mais nítida desde que a pandemia de covid-19 varreu o mundo. Nesse contexto, o pastor Renato Vargens compartilhou uma reflexão sobre o fechamento das “cortinas da história” e o papel dos crentes.

Muitos casos de cerceamento à liberdade religiosa sob a alegação de combate à pandemia, dentre outras mudanças sociais, têm levado parte dos cristãos a se perguntarem sobre o que isso pode indicar em termos bíblicos. Por outro lado, no meio cristão, a defesa de ideais progressistas tem se tornado mais frequente, com a relativização da Palavra de Deus.

Renato Vargens compartilhou suas impressões a respeito desse momento em um breve artigo em seu blog, dizendo que “estamos vivendo no ocidente e por conseguinte, na igreja o período mais difícil dos últimos 100 anos”.

“Sem sombra de dúvidas nunca foi tão complicado não nos conformarmos com esse mundo como nos dias atuais. Isto porque, em nome do politicamente correto a Palavra de Deus tem sido relativizada por muitos cristãos, fazendo, portanto, que a apostasia proferida por Paulo aos Tessalonicenses seja uma realidade cada vez mais presente (II Tessalonicenses 2:03)”, lamentou o pastor da Igreja Cristã da Aliança.

Vargens entende que “boa parte dos crentes em Jesus, tomou a forma deste mundo (Romanos 12:1-2) chamando mal de bem, trevas de luz e amargo de doce (Isaías 5:20), trazendo-nos assim a certeza de que em breve o homem da iniquidade se manifestará neste mundo, recebendo por parte da humanidade caída, reconhecimento e adoração”.

Essa circunstância deixará claro, no entendimento do pastor, uma divisão no meio cristão, com um grupo politicamente correto que “se aliará ao iníquo, disposto inclusive, caso necessário, a trair e entregar ao anticristo àqueles que chamam de retrógrados”, e outro grupo, “composto por crentes fiéis, que mesmo diante da pressão deste mundo perverso, não negará a Cristo e nem tampouco sua Palavra, preferindo até mesmo a morte a curvar-se à vontade de satanás”.

Há pouco mais de um ano o pastor Augustus Nicodemus Lopes pregou um sermão sobre a Grande Tribulação, pontuando que o texto bíblico antecipa que esse momento será de intensa perseguição e levará a Igreja à beira da extinção.

“Quando isso acontecer, e talvez esteja mais breve que possamos imaginar, as cortinas da história se fecharão, e o Filho do homem aparecerá nos céus cheio de poder e glória (Lucas 21:27) cercado por miríades de anjos e com o sopro de sua boca destruirá o perverso (II Tessalonicenses 2:8-10) dando aos eleitos de Deus o cumprimento da promessa que viveremos com o Salvador no novo céu e na nova terra onde não haverá mais dor, sofrimento e morte (Apocalipse 21). Maranata Senhor Jesus!”, concluiu o pastor.

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