Crianças devem ser protegidas, alerta pastor Renato Vargens

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A iniciativa do Burger King em usar crianças para promover a agenda LGBT vem repercutindo negativamente entre a parcela conservadora da população, e o pastor Renato Vargens publicou artigo destacando princípios bíblicos para se opor a essa campanha.

Vargens, que além de pastor é teólogo e escritor, lembrou que a publicidade vem sendo usada pelas empresas como forma de “sensibilizar o público em geral” em torno da agenda progressista, que inclui a normalização da homossexualidade e da ideologia de gênero.

“Uma empresa de fast-food divulgou uma peça publicitária em que colocava crianças ao lado dos pais ‘explicando’ a eles o significado da sigla LGBTQIA+. Ora, isso é não está certo, mesmo porque, usar crianças indefesas para defender uma ideologia é um verdadeiro disparate”, protestou o pastor.

O pastor constatou no artigo publicado em seu blog que “em nome [do] lucro, não são poucos aqueles que têm preferido aderir à lacração e ao politicamente correto a deixar de lucrar”.

“Entendo que crianças não podem ser usadas para propagação de ideologias politicas, sociais e principalmente sexuais. Entendo também que à luz da Palavra de Deus crianças precisam ser protegidas, amadas, envolvidas, bem como cuidadas. Ademais, ouso afirmar que do ponto de vista das Escrituras crianças precisam ser tratadas com relevância, importância e zelo”, comentou.

Esse posicionamento, segundo Vargens, é ensinado nos evangelhos: “Interessante que o Senhor Jesus ao lidar com os pequeninos repreendeu os discípulos que não queriam que elas se achegassem a ele (Marcos 10:13-16)”.

“Na verdade, parece que os discípulos não as consideravam importantes o suficiente para se achegar ao Senhor. Contudo, as Escrituras afirmam que Jesus ao ver a atitude dos discípulos se indignou dizendo que eles não deveriam impedir as crianças de irem a ele, visto que das tais é o Reino dos Céus”, acrescentou Renato Vargens.

Ao final do artigo de reprovação da campanha do Burger King, o pastor pontuou que “o simples fato de Jesus tomar as crianças em suas mãos revela que crianças são prioridades para Jesus e não estão fora de sua agenda”.

“Cristo trouxe as Crianças a si afirmando com isso que elas são importantes e que precisam ser amadas e cuidadas. Por fim, é mister que entendamos que criança não se mistura com ideologia e que uma sociedade que não trata as suas crianças como seu bem maior, não as protegendo de percepções díspares, dá largos a passos a um mundo absorto em confusão”, encerrou.

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