Dória culpa Bolsonaro por colapso em Manaus e presidente rebate: ‘Moleque, seja homem’

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Jair Bolsonaro está nesse momento no programa do Datena, na Band, desancando o governador de São Paulo, João Doria. As informações são da coluna “Radar”, da Veja.

O presidente rebate críticas do governador. “Palavras de baixo calão. Coisa de irresponsável. João Doria está morto politicamente em São Paulo. Não sai na rua. Está num desespero tentando me atingir. Fechou São Paulo e foi para Miami”, disse Bolsonaro.

O presidente ainda aconselhou Doria a criticar o STF e não o governo federal e citou o panelaço contra ele marcado para hoje a noite pelas redes sociais.

Em entrevista ao Valor, Doria disse que Bolsonaro “gosta do cheiro da morte” e lidera “mar de incompetência”.

Para o tucano, o governo Bolsonaro é omisso diante da tragédia de mortalidade provocada pela pandemia de covid-19 no Brasil. “Eu gostaria de poder aplaudir o governo, mas não há como aplaudir um governo que gosta do cheiro da morte”, afirmou.

Doria disse que a atitude de Bolsonaro revela um “pária” que tem liderado o Brasil em meio a um “mar de incompetência” e que o governo atual é uma exceção no histórico de sucesso dos planos de vacinação no país. “E agora, na pior situação de saúde do Brasil nos últimos 100 anos, a triste realidade é a de um governo negacionista de Jair Bolsonaro.”

Segundo Doria, o Brasil vive uma situação de caos sanitário decorrente de sucessão constante de equívocos do presidente. “O Brasil está perdido. Infelizmente nós não temos uma liderança. O Brasil é uma sucessão de equívocos constantes, levando o país a um caos sanitário, a um caos de saúde e a um caos econômico, que além de tudo já custou a vida de 205 mil brasileiros.”

Doria atribuiu ao Planalto a demora na vacinação contra covid-19. “A abertura do ano, que poderia ser de esperança, agora é de dúvida por causa da ausência de uma política clara de vacinação da parte do governo federal”, disse o governador, creditando a esse atraso prejuízos à retomada econômica.

Nesse contexto, criticou o presidente Jair Bolsonaro por adotar uma postura “negacionista”, “que não respeita a opinião médica”. “A razão para demora do início da vacinação no país é pergunta a ser respondida por Bolsonaro”, disse. “Em 20 de outubro, o ministro Pazuello (Saúde) assinou acordo com 24 governadores, mas no dia seguinte Bolsonaro voltou atrás no que havia sido acordado, desautorizando e humilhando o seu ministro. É surpreendente a forma como Bolsonaro trata seus ministros, ele os humilha.”



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