‘É aquilo que penso. Devo ser respeitado’

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O zagueiro cristão Leandro Castan, do Vasco, voltou a falar sobre o episódio em que irritou a militância LGBT por publicar, em suas redes sociais, o significado bíblico do arco-íris, um pacto de Deus com a humanidade.

A polêmica se instaurou, em junho passado, quando o clube usou uma camisa branca em que a faixa transversal tradicional em preto foi substituída por uma alusiva ao movimento LGBT.

Na ocasião, Castan publicou foto com a camisa preta do Vasco no Instagram com a íntegra do texto de Gênesis 9:1-17: “Deus abençoou Noé e seus filhos, dizendo-lhes: Sejam férteis, multipliquem-se e encham a terra. Todos os animais da terra tremerão de medo diante de vocês […] porque à imagem de Deus foi o homem criado. Mas vocês sejam férteis e multipliquem-se; espalhem-se pela terra e proliferem nela”.

Agora, durante uma entrevista coletiva, o zagueiro foi novamente questionado pelo episódio pelo jornalista Fred Gomes, do Globo Esporte, e reiterou seu posicionamento, negando que sua postura tenha causado problemas com os colegas.

“Ficou um pouco marcado pra mim. Mas eu, como cristão, professando a minha fé, é aquilo que eu penso. Não ficou nenhum desconforto. Alguns falaram que eu e o Cano tivemos problema. A gente não teve problema. E se a gente teve, a gente resolveu dentro do vestiário”, introduziu.

Em seguida, ao conceituar seu ponto de vista, o zagueiro cristão – que tem sido essencial para o clube na luta para voltar à Série A do Campeonato Brasileiro – exigiu respeito à sua cosmovisão:

“Nunca faltou respeito. Eu sou o primeiro a respeitar a instituição, respeitar o torcedor. No momento ali, que eu expus aquilo que acredito, quando eu fui, teoricamente, obrigado a vestir uma camisa, algumas pessoas não gostaram. Mas, eu respeito a todos e acho que eu também devo ser respeitado”, enfatizou.

‘Volta por cima’

Na mesma entrevista, Leandro Castan expressou gratidão a Deus por, quase sete anos depois de uma cirurgia delicadíssima no cérebro, continuar jogando em alto nível.

Em dezembro de 2014, quando jogava pela Roma, na Itália, ele passou por uma cirurgia que durou cerca de três horas e meia para a retirada de um cavernoma, uma malformação vascular do sistema nervoso central, de 3 cm.

“Deus me deu uma missão nesse clube, dentro da minha carreira, porque em 2014 o médico não falou se eu voltaria ou não, ele falou para mim que eu não voltaria mais a jogar futebol. Então, depois da minha operação, tive alguns empréstimos pela Roma até chegar no Vasco”, recapitulou o zagueiro cristão.

“Graças a Deus consegui fazer aquele diagnóstico do médico dar errado. Então, a missão que Deus me deu aqui é estar junto com essa rapaziada que está começando a carreira, mostrando para eles que às vezes a gente passa por um momento difícil […] a gente pode dar a volta por cima”.

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