Escatologia (Parte 8) – O anticristo

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I.) O anticristo como sinal do início do período da grande tribulação
Qual seria o sinal do início da grande tribulação? Possivelmente, o principal sinal do início da tribulação é a manifestação do anticristo.
1.) Dn 9.27 – Este texto diz que “Ele fará firme aliança com muitos por uma semana”. Entre os muitos com os quais fará aliança encontra-se Israel. Ele dará início à última semana, quando fará uma aliança de paz com Israel, a qual será quebrada depois de três anos e meio.
2.) Ap 6.1.2 – Embora haja interpretações diferentes sobre o primeiro cavalo branco e seu cavaleiro, o contexto parece indicar que não há paralelo entre este e Cristo, o cavaleiro do outro cavalo branco (Ap 19.11-16). É uma possibilidade presumir que este cavaleiro de Ap 6.1,2, seja o anticristo. Se isto for verdade, o surgimento do anticristo marca o início da tribulação, já que é neste capítulo 6 de Apocalipse que começam a se descrever os acontecimentos dos últimos sete anos.

II.) Textos bíblicos que falam sobre o anticristo
1.) Nas epístolas de João -1 Jo 2.18, 22; 4.3; 2 Jo 7. A identidade e a descrição da pessoa que João tinha em mente (principalmente em 2.18) só pode ser discernida pelo estudo apresentado nos textos sobre o apocalipse (escritos pelo próprio João).
2.) No livro de Daniel – Em Dn 7.8, 19-26 o anticristo é identificado como o “pequeno chifre”. Em Dn 9.26, 27, o anticristo é identificado como “um príncipe que há de vir”. E em Dn 11.36-39, o anticristo é identificado como “rei”.
3.) Na segunda epístola de Paulo aos Tessalonicenses – Em 2 Ts 2.1-12, o anticristo é descrito com três designações: como “o homem da iniquidade”, como “o filho da perdição”, como “o iníquo”.
4.) No livro do Apocalipse – Em Ap 13.1-8 o anticristo é descrito como “a besta que emerge do mar”. No versículo 1, esta besta é vista a “emergir do mar”, como os animais vistos por Daniel (7.3). O mar pode representar a humanidade, em que os ventos do distúrbio sopram. A besta tem “dez chifres e sete cabeças”, uma descrição que identifica-a com a besta de Apocalipse 17 (v. 3, 7). Os “dez chifres” correspondem à mesma faceta do animal desconhecido de Daniel 7, indicando que o império à vista é Roma restaurada, quando dez reis contemporâneos governarão. No v. 2, vemos que a besta se assemelha a “um leopardo, um urso e um leão”; são os mesmos animais significando a Grécia, a Medo- Pérsia, e a Babilônia em Daniel 7. A Roma restaurada terá características semelhantes àquelas possuídas por todos os três impérios antigos.

III ) O ajudante do anticristo
1.) Descrito como a besta que emerge da terra – Em Ap 13.11-18 descreve-se outra pessoa nomeada de “besta”. Entretanto, esta pessoa é chamada pelo termo somente uma vez, no versículo introdutório da seção (v. 11). Todas as outras referências à “besta”, não somente neste trecho mas no livro inteiro, referem-se à primeira besta.
2.) Descrito como o Falso Profeta – A segunda besta é chamada “falso profeta” em outras passagens (Ap 16.13; 19.20; 20.10). Ao que tudo indica, esta pessoa será um líder religioso. Isto é indicado por ele ser chamado de Falso Profeta; por instigar o povo a adorar a primeira besta; é descrito como “parecendo cordeiro” (v. 11). Embora pareça como cordeiro, falará “como dragão”, mostrando que está debaixo do controle de Satanás, como o próprio anticristo também estará.

IV.) A derrota do anticristo
A derrota do anticristo se dá justamente no evento da segunda vinda de Cristo e é descrita nos seguintes textos: Dn 7.23-27; 9.27; 11.45; 2 Ts 2.8; Ap 19.11-21.

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Fonte: Cristianismo Total

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