‘Estamos chegando bem perto do fim’, diz autor de ‘Deixados Para Trás’

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O escritor cristão Jerry B. Jenkins, autor da saga de ficção apocalíptica Deixados Para Trás, falou sobre o cenário atual do mundo e disse ter a convicção de que o fim dos tempos se aproxima.

Jenkins acaba de publicar um novo livro de romance, intitulado The Chosen e inspirado na série homônima produzida por seu filho, Dallas Jenkins.

A motivação do consagrado autor é continuar a espalhar a esperança de Cristo, revelou ele em entrevista ao portal The Christian Post. O prolífico escritor é autor de quase 200 livros, sendo que 21 deles entraram em listas de best-sellers.

“Bem, eu não vejo nenhum lugar na Bíblia que fale sobre aposentadoria, e correndo o risco de soar falsamente modesto, eu realmente acho que sou muito talentoso. Eu não canto, ou danço, ou prego – escrever é tudo o que faço, então me sinto obrigado a continuar fazendo isso”, disse Jenkins.

O primeiro livro da nova série, The Chosen: I Have Called You By Name (“O Escolhido: Eu Te Chamei Pelo Nome”, em tradução livre), explora a diferença que Jesus Cristo fez na vida daqueles que Ele chamou para segui-lo e como esse encontro transformou para sempre suas vidas.

Com 72 milhões de cópias vendidas da série de livros Deixados para Trás, o escritor diz que continuará trabalhando porque acredita que o mundo está vivenciando algumas das cenas concretizadas na história fictícia sobre o Apocalipse, coescrita com o falecido pastor Tim LaHaye.

“Estamos chegando bem perto do fim. Acho que temos mais motivos para acreditar nisso agora do que nunca. Parece que algo está chegando. Você só quer saber por quanto tempo Deus pode nos levar como pecadores e inquieto como o mundo está”, disse o escritor.

“Por outro lado, Deus tem uma economia de tempo diferente de nós. Ele escreveu na Bíblia, 2.000 anos atrás, que o fim era breve ou iminente e que deveríamos vigiar e esperar. Temos feito isso todos esses anos”, continuou.

“A Bíblia também diz que para Deus, 1.000 anos são como um dia e um dia são como 1.000 anos. Portanto, se Ele esperar mais um dia, em Sua misericórdia, seriam 1.000 anos dos nossos. Não acho que haja mais nenhuma profecia que precise ser cumprida antes do fim, então poderia ser hoje também”, acrescentou.

Aos 71 anos de idade, Jenkins salientou que todos os crentes têm a missão de compartilhar a mensagem do Evangelho, independentemente de quão ruim os tempos se tornem: “Acho que é óbvio que precisamos ter certeza de que o menor número possível de pessoas será deixado para trás”, opinou.

“Isso significa compartilhar nossa fé e ser ousados e não nos contermos. Às vezes, temos tanto medo de ofender alguém, poderíamos ofendê-los [levando-os] direto para o Inferno. Acho que precisamos apenas ser abertos, e é com eles o que fizerem”, acrescentou, dizendo que os seguidores de Jesus não devem “enfiar a Bíblia na garganta” de ninguém, mas cumprir sua responsabilidade de compartilhar a verdade.

“Já ouvi até ateus dizerem que se ‘os cristãos realmente acreditam que vou para o inferno sem Jesus, quero que me digam, porque seria um insulto se não o fizessem’, o que acho um comentário muito esclarecedor”, concluiu o escritor.

 

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