Franklin Graham convoca oração por um milagre no Afeganistão

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Pastor e evangelista americano Franklin Graham

O pastor Franklin Graham fez uma apelo de oração neste domingo (22) pelos afegãos e os americanos que tentam fugir do país, após a retomada do poder do Afeganistão pelo grupo extremista Talibã.

Segundo relatos de jornalistas locais, americanos estão lutando para chegar ao Aeroporto Internacional de Cabul, assim como moradores locais, que estão aterrorizados com o futuro de um país comandado pelos radicais islâmicos.

“Não há esperança para essas pessoas saírem com segurança — exceto por um milagre da mão de Deus — e é por isso que precisamos orar”, disse Graham em comunicado à imprensa, divulgado na sexta-feira (20).

O filho do falecido evangelista Billy Graham também afirmou que a organização humanitária liderada por ele, a Samaritan’s Purse, já está trabalhando em parceria com grupos afegãos para retirar as pessoas do país.

Edward Graham, filho mais novo do pastor Franklin, que serviu em seis missões de combate com forças de operações especiais no Afeganistão, declarou que “dói” assistir o que está acontecendo no país.

“Passei anos lá e perdi muitos amigos. Há muitos afegãos que amo. Este é um desastre causado pelo homem e não há uma pessoa ou organização que possa consertar isso. Só Deus pode nos livrar desta crise”, disse.

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, qualquer americano no Afeganistão que queira sair do país, poderá fazê-lo. Biden afirmou ainda que a evacuação será concluída em 31 de agosto.

No dia 15 de agosto, o grupo islâmico Talibã assumiu o controle de Cabul, capital do Afeganistão, numa rápida escalada pelo controle do país. Insurgentes armados tomaram o palácio presidencial em Cabul, poucas horas após o presidente afegão Ashraf Ghani fugir do país.

Agora, o Talibã voltou ao controle de quase todo o Afeganistão, com as cidades-chaves conquistadas, após a retirada das tropas dos Estados Unidos e da OTAN em julho. Cristãos, mulheres e crianças são os que mais correm risco, de acordo com especialistas em perseguição religiosa.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News




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