Igreja é atacada após pastor fazer comentários ofensivos contra LGBTs

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Um pastor chamado Bruce Mejia, líder da Igreja Batista das Primeiras Obras, situada na Avenida Tyler 2600 em El Monte, Estados Unidos, está travando uma onda de protestos após ser acusado de proferir comentários ofensivos contra a população LGBT local.

No último sábado (23), por exemplo, o templo da denominação foi alvo de uma bomba caseira que resultou na destruição das vidraças do estabelecimento. Ninguém ficou ferido, mas o caso passou a ser investigado pela Polícia Federal Americana (FBI).

“Quando nossas unidades chegaram ao local, descobriram que (a igreja) estava saindo fumaça pelas janelas”, disse o tenente Christopher Cano aos repórteres, segundo informações da SGVT.

“Parecia que as paredes da igreja tinham sido vandalizadas, assim como todas as janelas. (As janelas) a princípio pareciam estar quebradas, então percebemos que as janelas não estavam quebradas, que na verdade tinham explodido por algum tipo de explosão”, ressaltou o militar.

O pastor Bruce Mejia já havia entrado com uma queixa na polícia local afirmando que estava sofrendo ameaças. Mas, a reação da comunidade LGBT local não parece ser por acaso.

Se há radicalismo por parte de muitos movimentos progressistas contra igrejas cristãs, por outro também há, ainda que de forma bastante reduzida, casos de religiosos como o exemplo citado, que em nada transmitem os ensinamentos de Jesus Cristo, mas que em vez disso apenas despertam a fúria através de posturas e palavras agressivas, por vezes até preconceituosas.

Este parece ser o caso do pastor Bruce Mejia, que, segundo o Losangeles Times, já chegou a pedir aos seus críticos nas redes sociais para “se enforcarem”; disse em pleno púlpito da igreja que “odeia homo” e já tratou um crítico como “sodomita fedorento e imundo”.

Bruce ainda estaria associado a outra figura polêmica, o pastor Steven Anderson, que já chegou a dizer que a solução para erradicar a AIDS seria executar os homossexuais, conforme notícia do Gospel Mais em 2014.

No caso de Bruce, o New York Times também destacou que ele já teria discriminado mulheres como “fracas” e judeus pelo “lucro imundo”. O pastor, por sua vez, já rebateu tais críticas alegando que elas são frutos de perseguição e que apenas prega a doutrina da sua denominação.

“Alguns dentro daquele grupo LGBTQ pegaram um de meus sermões que estão online e eles têm me assediado desde então, tentando me tirar de El Monte, tentando tirar eu e minha igreja de El Monte assinando uma petição”, disse o pastor.



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