Igreja mobiliza pequenos grupos de fiéis para orar em frente a UPAs

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Cristãos têm se mobilizado Brasil afora para orar por pacientes, médicos e demais profissionais de saúde que têm enfrentado a pandemia. Uma igreja em Cascavel (PR), dividiu os membros voluntários em grupos para interceder em frente às UPAs da cidade, assim como ao hospital local.

A Igreja A Verdade que Liberta mobilizou recentemente grupos com, no máximo, dez pessoas para orar em frente às Unidades de Pronto Atendimento da cidade, e também no Hospital e Retaguarda. Cascavel já registrou mais de 360 mortes pela covid-19.

Os fiéis oram não apenas pelos pacientes, médicos e enfermeiros, mas também pelos familiares dos internados e daqueles que perderam a batalha contra a doença. De acordo com informações do portal G1, o pastor Gilvano Souza planejou a ação seguindo os critérios estabelecidos pelo decreto estadual.

“Nós cremos que, nesse momento, independentemente da crença e da religião, as orações tragam alento e refrigério para um tempo tão difícil que estamos vivendo”, avaliou Gilvano, expondo a convicção de que o papel da igreja é levar uma mensagem de esperança.

Como os grupos de fiéis que vão aos locais definidos é pequeno, o risco de aglomeração é mínimo. Dessa forma, as orações são realizadas simultaneamente em diferentes pontos da cidade. O pastor enfatizou que todos os voluntários usam máscara, sem mantém distantes entre si e não permanecem muito tempo na entrada das unidades de saúde.

“Buscamos respeitar todo o decreto vigente, por isso dividimos em pequenos grupos, que foram para vários lugares. Também não ficamos por muito tempo, chegamos na entrada das unidades hospitalares, oramos e vamos embora”, detalhou.

As mobilizações de oração começaram há alguns meses e já foram feitas de diferentes formas, com a maior parte dos membros da congregação em suas casas, e uma parte menor, na igreja. Depois, houve uma alteração no formato: ”Decidimos também ir para a frente dos hospitais e UPAs, para intercedermos in loco. Queremos servir à comunidade e essa é uma resposta que achamos conveniente”.

A oração é arma poderosa, lembrou Gilvano Souza: “Os danos emocionais que isso tudo tem gerado na sociedade são impactantes. A questão emocional, física e espiritual caminham juntas, por isso nesse momento as pessoas têm se apegado às orações e essa é a nossa ideia, de passarmos mensagens até mesmo para quem está vivendo um tempo de luto”.

Cartas

O compromisso com a mensagem de esperança levou a igreja liderada por Gilvano Souza a colocar em prática uma nova estratégia: enviar cartas para os profissionais da saúde. A iniciativa foi batizada como “Mensagens de Esperança”.

“São cartas de orações feitas por adolescentes, jovens e adultos que são deixadas na igreja e que nós vamos entregar aos profissionais que atuam no combate à pandemia […] Sabemos que [médicos e enfermeiros] estão exauridos, deixando familiares e com uma sobrecarga de horário desumana. Então, queremos trazer um ponto de esperança e uma semente de fé para o coração destas pessoas”, concluiu.

 



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