James Clerk Maxwell, cristão e um dos maiores cientistas do século 19

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James Clerk Maxwell nasceu em 13 de junho de 1831, em Edimburgo, Escócia. Ele cresceu em um lar profundamente cristão e aos oito anos de idade podia recitar todos os 176 versículos do Salmo 119.

Sua mãe, que o havia educado pessoalmente, morreu quando ele tinha oito anos e a educação posterior de Maxwell foi primeiro na Academia de Edimburgo e, a partir dos 16 anos, na Universidade de Edimburgo. Lá ele se distingue nas disciplinas de matemática e de física.

Antes disso, com 14 anos Maxwell escreveu um artigo científico, que foi apresentado à Royal Society de Edinburgo, sobre as curvas ovais, em quegeneralizava a noção de elipse.

Em 1850, Maxwell foi estudar na Universidade de Cambridge. Lá, ele submeteu suas crenças cristãs a uma análise completa e, após uma experiência de conversão, adquiriu uma fé madura e confiante que duraria por toda a sua vida.

Em 1854, ele se formou em matemática e começou uma carreira de ensino e pesquisa em Cambridge. Crescendo rapidamente no mundo da ciência, em 1856 ele foi nomeado professor em Aberdeen com a idade de 25 anos.

Em 1857, Maxwell casou-se com Katherine Dewar e eles compartilhavam uma profunda fé cristã. Há muitas cartas para Katherine nas quais Maxwell discute passagens da Bíblia que ele sabia que estavam lendo juntos.

Grandes feitos na ciência

A maior conquista de Maxwell foi a maneira como ele foi capaz de unir o que era considerado três fenômenos separados: eletricidade, magnetismo e luz. Seus estudos estabeleceram a base para a Teoria da Relatividade e a física moderna, e o próprio Einstein disse que “uma época científica terminou e outra começou com James Clerk Maxwell”.

Um de seus primeiros sucessos foi resolver o mistério de dois séculos dos anéis de Saturno. Em sua análise publicada – com sessenta páginas de matemática complexa – ele propôs que elas deveriam ser feitas de numerosas partículas pequenas; uma conclusão justificada por sondas espaciais.

Em 1860 mudou-se para o King’s College, em Londres, onde trabalhou com fotografia a cores e explorou questões relacionadas com eletricidade e magnetismo. Em Londres, ele conheceu o idoso Michael Faraday. Embora personalidades muito diferentes, pode-se dizer que se Faraday dominou a física na primeira metade do século XIX, foi Maxwell quem o fez na segunda metade.

Ele é considerado pela maioria dos físicos modernos como o cientista do século 19 que teve a maior influência na física do século 20, e é classificado com Sir Isaac Newton e Albert Einstein pela natureza fundamental de suas contribuições.

Ele foi nomeado o primeiro professor de física em Cambridge em 1871. Lá ele criou o Laboratório Cavendish, uma instituição que adquiriu uma reputação lendária como um centro de física, gerando 30 prêmios Nobel.

O laboratório Cavendish é ainda hoje um dos mais importantes da Inglaterra e foi inaugurado em 16 de Junho de 1874, três anos antes da morte de Maxwell.

Fé pessoal

Maxwell declarou abertamente suas crenças cristãs e conhecia sua Bíblia a ponto de se acreditar que ele havia memorizado muito dela. Sua fé também era inteligente: Maxwell podia – e fazia – discutir teologia com os bispos. Ele pertencia a uma igreja evangélica presbiteriana e, em seus últimos anos, tornou-se um presbítero. Em termos de personagem, foi amplamente elogiado por sua calma, humor, generosidade e humildade.

Maxwell é um herói da fé porque combinou seu compromisso com a fé cristã com os mais altos níveis de ciência.

A fé pessoal de Maxwell pode ser vista na forma como ele inscreveu o Salmo 111:2 nas portas: ‘Grandes são as obras do Senhor; eles são ponderados por todos os que neles se deleitam.’

Reconhecimento

Em 1931, no 100º aniversário do nascimento de Maxwell, Einstein descreveu a mudança na concepção da realidade na física que resultou do trabalho de Maxwell como “o mais profundo e frutífero que a física descobriu desde Newton”.

Em 1879, a saúde de Maxwell piorou e ele morreu aos 48 anos. O ministro que o visitou em suas últimas semanas relatou que ele passou seus últimos dias com uma fé que estava confiante no “evangelho do Salvador”.

Maxwell faleceu em 5 de novembro de 1879, em Cambridge, Cambridgeshire, Inglaterra.



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