Jogadora cristã de basquete diz que foi perseguida por ser heterossexual

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A ex-jogadora da liga feminina de basquete dos Estados Unidos (WNBA), Candice Wiggins, falou sobre sua fé cristã depois que foi forçada a se aposentar precocemente diante do bullying por ser heterossexual em um esporte que, segundo ela, tem 98% de homossexuais.

Candice Wiggins, 34 anos, testemunhou que sua fé em Jesus Cristo foi o fator diferencial para contornar a “raiva inimaginável” da militância LGBT contra ela: “Foi uma raiva dirigida a mim que nunca imaginei ser possível. Foi uma raiva inimaginável que eu despertei”, disse ela.

Filha de um famoso ex-jogador de beisebol – Alan Wiggins morreu aos 32 anos em 1991 de AIDS – Candice jogou por quatro times da WNBA e ganhou um campeonato com o Minnesota Lynx em 2011.

Ela foi eleita a sexta mulher do ano da liga em 2008, quando foi a terceira escolha geral do draft da Universidade de Stanford e até jogou em países como Grécia e Espanha.

Em 2016, no entanto, aos 29 anos, Wiggins encerrou voluntariamente sua carreira na WNBA.

Um ano depois, ela revelou em uma entrevista ao jornal The San Diego Union-Tribune que, junto com outras tensões, havia sido intimidada na WNBA por ser heterossexual e que a cultura na WNBA encorajava as mulheres a se parecerem e agirem como homens.

“Eu ser heterossexual e falar disso como uma mulher heterossexual foi enorme”, disse Candice à publicação. “Eu diria que 98% das mulheres na WNBA são homossexuais. Era um tipo de lugar conformista. Havia um conjunto totalmente diferente de regras que valia apenas para elas (as outros jogadoras)”, disse na ocasião.

Agora, em entrevista ao portal The Christian Post, falou sobre diversos temas e reiterou que, quando falou sobre sua identidade heterossexual e fé cristã na WNBA, não quis menosprezar ninguém, mas apenas falar sobre a verdade que molda sua vida.

Candice comentou que algumas pessoas pensaram que ela estava se posicionando contra a homossexualidade, mas ela estava apenas falando sobre sua experiência pessoal e queria ser honesta sobre sua jornada.

Na época em que ela deu a entrevista, Wiggins estava sendo homenageada pelo Salão da Fama Breitbard do Salão dos Campeões de San Diego como a primeira jogadora de basquete dentre as figuras de destaque.

“Fui a primeira jogadora de basquete a ser indicada, e isso me abalou porque percebi: ‘Meu Deus’. Esta é a primeira vez que fui primeira em algo. Algo que tinha um significado relevante. E então comecei a perceber quem eu era e aquele foi o primeiro dia que tive certeza de que havia um número de meninas e mulheres que estavam me seguindo, que estavam olhando para mim, especificamente, nenhuma outra pessoa, como um líder, como alguém que os guiava para onde eles queriam ir”, explicou ela.

Quando ela foi questionada sobre a cultura na WNBA, Wiggins disse que escolheu ser honesta sobre sua jornada: “Se houvesse meninas e mulheres procurando ser como eu, eu queria que elas entendessem todos esses aspectos porque eu simplesmente senti que tinha que fazer isso. Sentia que estava mentindo se não o fizesse, porque eles precisavam entender e também esperava secretamente que isso [a cultura] mudasse”, disse ela.

Quando questionada se ela reavaliaria sua estimativa do número de jogadoras homossexuais na WNBA, a ex-atleta disse “não” porque era apenas uma opinião, não um fato científico.

“A resposta curta para essa pergunta é não. Eu provavelmente não faria uma frase diferente, especialmente por causa da forma como o 98 [%] saiu. Foi mais um acompanhamento. Não era realmente algo que eu esperava que fosse estourado em todas as manchetes. Era algo que era definitivamente uma nota privada, como um pequeno asterisco que era realmente privado. Era pessoal, era minha percepção, não era um fato estatístico. Foi apenas um elemento que eu tive que fazer rapidamente… uma varredura do que eu estava explicando”, contextualizou.

“Esses 98% foram mais sobre eu ser honesto comigo mesma sobre o que observei. Era tão pessoal minha opinião. Estava completamente aberta para debate, completamente. Se as pessoas quisessem descontar, tudo bem para mim. Era só meu, o que vi com meus dois olhos, experimentei com meu corpo em quatro vestiários”, reiterou a ex-jogadora.

 



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