Jornalistas acusam fiéis da Assembleia de Deus de cárcere privado

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Uma equipe de reportagem de uma afiliada da TV Globo no Pará está acusando um grupo de evangélicos da Assembleia de Deus de mantê-los em cárcere privado quando estavam fazendo uma matéria sobre os estragos causados pelas chuvas e um vendaval na capital do estado.

A repórter Nathália Kahwage e o cinegrafista Wanderley Prestes entraram no templo para filmar os estragos, e alegam que receberam autorização da Defesa Civil e de um obreiro da congregação. No entanto, depois que estavam filmando a destruição causada pelo vendaval, um homem que se identificou como pastor disse que eles não deveriam filmar pois tinham entrado sem autorização, e que só deixariam o local após a chegada da Polícia.

De acordo com matéria no site da TV Liberal, Nathália tentou argumentar que impedi-los de deixar o local configurava cárcere privado, e que ela processaria os integrantes da igreja. Durante a discussão, fiéis teriam tentado tomar a câmera do cinegrafista, que resistiu e conseguiu deixar o templo à força para buscar ajuda em uma casa vizinha.

O imbróglio foi registrado numa congregação da Assembleia de Deus no bairro Curió-Utinga, por volta das 18h00 no último sábado, 17 de outubro. A jornalista alega que viveu momentos de tensão, mas que ela e o colega de trabalho não foram agredidos: “A gente tá bem, apesar de todas as violências psicológicas sofridas. Não sofremos violência física, mas psicológica é tão grave quanto […]. Estamos bem, na medida do possível”.

A equipe jurídica da emissora foi acionada para tomar as medidas cabíveis, já que Nathália e Wanderley registraram Boletim de Ocorrência (B.O.). A assessoria de comunicação da Assembleia de Deus em Belém enviou nota oficial informando ao veículo de comunicação que a congregação onde o episódio foi registrado não pertence ao ministério.



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