‘LGBT é a marca da besta’, diz pastor Rodrigo Mocellin

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O pastor Rodrigo Mocellin comparou o movimento LGBT à marca da besta descrita na Bíblia ao comentar o caso do jogador Maurício Souza, que foi demitido por discordar das imposições culturais progressistas.

Mocellin, conhecido por sua contundência ao pregar e também por sua ênfase no combate à ideologia de esquerda, usou as redes sociais para expressar sua opinião a respeito do caso Maurício Souza.

“A marca da besta é esta: LGBT. Se não aceitá-la, você sofrerá sanções financeiras. O jogador Maurício Souza rejeitou a marca e foi despedido”, escreveu o pastor da Igreja Resgatar, em Guaratinguetá (SP), em sua conta no Twitter.

Maurício Souza foi demitido do Minas Tênis Clube ao se posicionar nas redes sociais contra o uso da figura do personagem Superman como ferramenta ideológica após a DC Comics anunciar que o filho de Clark Kent, Jon Kent, assumiria sua orientação bissexual.

A referência citada por Mocellin sobre sanções financeiras está em Apocalipse 13: 16,17: “Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome”.

Atualmente, a faceta doutrinária do progressismo, chamada de “politicamente correto”, vem impondo à sociedade mudanças comportamentais, políticas e até linguísticas, como por exemplo a linguagem neutra, dentre outras iniciativas que vão contra os conceitos fundadores da sociedade ocidental, como as liberdades de expressão, de pensamento e religiosa.

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