Milhares marcham contra a eutanásia, suicídio e o aborto

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No mundo inteiro, a preocupação com a legalização do aborto é uma preocupação recorrente. Além disso, o suicídio assistido e a eutanásia também são questões que desafiam a ética e a moral, especialmente os valores cristãos, o que fez milhares de alemães saírem às ruas para protestar no último final de semana.

O evento denominado “Marcha pela Vida” ocorreu no último sábado (19) e reuniu cerca de 3 mil pessoas, entre mulheres, homens, idosos e até crianças. Eles carregaram bandeiras, cartazes e roupas caracterizadas em favor aos direitos humanos.

A iniciativa teve o apoio da organização pró-vida Bundesverband Lebensrecht (BVL). A sua presidente, Alexandra Linder, ressaltou que “um estado constitucional humano só pode existir com dignidade humana, que todo ser humano possui incondicionalmente desde sua existência até sua morte”.

Na pauta da marcha pela vida estão “o fim da eutanásia e do suicídio assistido”; da barriga de aluguel, já que “mulheres não são máquinas de parto e as crianças não são bens”.

Além disso, os manifestantes fizeram uma brilhante associação da defesa do meio ambiente à vida humana, segundo informações do Evangelical Focus.

Em um contexto onde o mundo fala muito da proteção ambiental, eles lembraram que o ser humano faz parte da natureza como qualquer outra espécie, de modo que não faz sentido defender a preservação de árvores, por exemplo, e ser favorável ao aborto.

“Proteger a vida humana também faz parte da proteção do meio ambiente. Não importa se nasce ou ainda não nasceu. A proteção da vida humana não nascida nada tem a ver com ódio e agitação, mas com reconciliação com a criação e com a paz”, disse Johannes Singhammer, ex-vice-presidente do Bundestag.

“A proteção do direito à vida desde a concepção: todas as crianças têm o mesmo valor; a preservação da Lei de Proteção de Embriões: Embriões são seres humanos plenos; para vacinas éticas: não use células de crianças abortadas na produção de vacinas; e o direito da gestante de receber ajuda, proteção e informação”, disseram os manifestantes.



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