“Morte ao cristianismo”, escrevem vândalos na fachada de igreja batista

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Um ataque de vândalos a um templo religioso em Poços de Caldas, Minas Gerais, despertou a indignação dos fiéis e chamou atenção para a realidade da cristofobia no Brasil. Os criminosos picharam na fachada da igreja um pedido de “morte ao cristianismo”.

O ataque ocorreu na noite do último sábado (07) na Igreja Batista Avivar, no bairro Jardim das Hortênsias. Além do pedido de “morte ao cristianismo”, os vândalos também picharam um pentagrama, símbolo associado ao satanismo, e também um órgão genital masculino.

Câmeras de segurança captaram o momento em que um carro se aproximou da igreja e três pessoas desceram para cometer o crime. Uma mulher e dois homens aparecem na gravação que será usada pela Polícia para tentar identificar os envolvidos.

“Intolerância e perseguição religiosa em Poços de Caldas! Um perigo que se aproxima!”, comentou o vereador do município, Marcelo Heitor (PSC), através da sua rede social. “Minha solidariedade aos membros da Igreja Batista e de todos os cristãos da nossa cidade. Que Deus tenha misericórdia de todos nós!”

Abuso de poder

Outro caso que também chamou atenção envolvendo a intolerância religiosa aos cristãos no Brasil ocorreu na cidade maranhense de Coroatá, a 230 km de São Luís, quando o Natanael Santos, da Assembleia de Deus, foi preso durante um culto ao ar livre.

A prisão do pastor Natanael e de uma obreira que estava com ele fazendo o culto no espaço público ocorreu a mando de uma juíza identificada como Anelise Nogueira Reginato, titular da 1ª Vara da Comarca de Coroatá.

Segundo o UOL, a magistrada ficou incomodada com o volume do som do culto que estava ocorrendo próximo ao Fórum local. Ela então pediu para que o volume fosse baixado, e o pastor, por sua vez, teria atendido a solicitação, mesmo não cometendo nenhuma infração.

Segundo testemunhas, o volume ficou realmente baixo, mas a juíza não teria ficado satisfeita e então enviou viaturas policiais ao local, o que resultou na prisão do pastor. Ele e a obreira permaneceram cerca de uma hora e meia na delegacia até serem liberados.

Ao tomar conhecimento do caso, a senadora Eliziane Gama (Cidadania) gravou um vídeo afirmando que entrou com um pedido no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) requisitando o afastamento da juíza por abuso de poder.

“É inaceitável uma atitude tão arbitrária como essa da juíza de Coroatá que mandou prender o pastor do exercício da sua função de ministro do Evangelho”, afirmou a senadora em sua conta no Instagram.

A Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil emitiu uma nota sobre o caso. Confira abaixo:



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