‘Não gosta de crente’, diz Cezinha de Madureira sobre João Doria

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) é percebido no meio evangélico como alguém que não gosta de crente, na avaliação do presidente da bancada evangélica, deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP).

A afirmação foi feita durante uma entrevista, em que ele foi questionado se já havia pago a multa imposta pelo governador por conta de sua participação na “motociata” realizada em apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

“[Fui] a convite dele. Ele convidou, eu nunca tinha montado numa moto, mas topei o desafio. Levei até multa do Doria (por não usar máscara), mas tá valendo”, comentou o deputado.

Cezinha de Madureira pontuou que “deve estar vencendo o prazo de pagar” a multa, e acrescentou que, a seu ver, o governador paulista “não gosta de crente”, e por isso adotou posturas controversas, como o fechamento de templos para supostamente combater a pandemia.

“O Doria não defende a igreja. Ele fechou as igrejas. Ele foi o único governador que foi contra tudo. Tanto é que os lockdowns dele não deram efeito. O governador não gosta de crente porque ele fechou as igrejas de São Paulo, foi um dos únicos estados que fizeram isso”, comentou o deputado.

O estado de São Paulo registra o maior número de mortes por covid-19, com 132 mil mortes, quase o triplo das fatalidades registradas em Minas Gerais, o segundo estado nesse quesito, com 48 mil mortos.

Sobre as manifestações de opositores ao presidente, o deputado defendeu a liberdade de expressão: “O povo brasileiro vive na democracia, pode falar o que quiser. Nem Jesus Cristo teve a maioria com ele. Ele teve uma parte. Todo mundo tem direito de ir e vir, que inclusive em São Paulo isso foi proibido”, voltou a criticar.

“Foi uma lástima o que o governador fez. O governo de São Paulo fechou o Estado e quem paga a conta é o governo federal. Proibir as pessoas de exercer o seu direito de ir e vir… Ninguém pode impedir as pessoas de se manifestarem, em todos os governos teve os prós e os contras — e não será diferente neste governo”, disse ao finalizar a entrevista à Veja.

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