Pai que rejeita tratar filha biológica como menino é condenado à prisão

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O pai de uma menina de 14 anos que se recusa a aceitar a mudança de sexo da filha foi condenado a seis meses de prisão após quebrar uma ordem de silêncio determinada pela Justiça do Canadá em torno do processo.

Robert Hoogland já havia sido preso há algumas semanas por se opor, publicamente, que sua filha adolescente recebesse hormônios sexuais cruzados como parte de uma transição de gênero medicalizada. Ele é divorciado da mãe, que apoia o procedimento.

Ele foi sentenciado na semana passada a seis meses adicionais de prisão por violar ordens judiciais ao se identificar publicamente em entrevistas que concedeu contestando a permissão da Justiça para que sua filha fosse submetida ao tratamento de testosterona, o hormônio masculino.

Fontes próximas à situação revelaram ao portal The Christian Post que o pai poderia ser libertado antes de seis meses, levando em consideração o tempo que ele já cumpriu e o fato de ele não ter antecedentes. A pena pode terminar entre três e quatro meses.

A sentença foi expedida pelo juiz Michael Tammen, que o condenou por desacato criminal por violar as proibições de publicação e identificação. A resposta da defesa de Hoogland à sentença do juiz é uma “aceitação estóica do que ele considera uma sentença excessivamente rígida para o primeiro delito”.

O pai não estará disponível para entrevistas até que seu tempo na prisão seja concluído. Em 2020, ele havia aceitado falar sobre o caso com um portal e lamentou o que ocorreu com sua filha: “Tive uma criança perfeitamente saudável há um ano, e essa criança perfeitamente saudável foi alterada e destruída sem nenhum motivo válido. “Ela pode nunca voltar a ser uma menina com o corpo saudável que deveria ter. Ela sempre terá uma voz mais grave. Ela sempre terá que se barbear por causa dos pelos faciais. Ela não poderá ter filhos”, disse o pai em fevereiro do ano passado, ao portal The Federalist.

“Às vezes, só quero gritar para que outros pais e outras pessoas entendam o que está acontecendo”, desabafou.

O caso de Robert Hoogland vem ocorrendo simultaneamente a outro caso complexo, no Texas (EUA), em que um menino, que a mãe se refere como “Luna”, está no centro de uma disputa judicial, já que o pai, Jeff Younger, cristão, se opõe à iniciativa da mãe para fazer uma transição hormonal visando a mudança de sexo.

Uma audiência sobre esse caso foi marcada pela Justiça do Texas para a próxima sexta-feira, 23 de abril.

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