Pastor cobra reação com relação à restrição de cultos na pandemia

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A pandemia do novo coronavírus tem sido questionada por alguns líderes religiosos quanto aos métodos utilizados por lideranças políticas para lidar com o problema, o que inclui o fechamento de igrejas ou restrição das suas atividades de forma prolongada, como os cultos a Deus.

Brian Houston, fundador do ministério Hillsong Church, na Austrália, é um dos líderes evangélicos que já manifestou preocupação pela forma como às igrejas estão sendo tratadas em muitos países durante o período de quarentena forçada.

Para o pastor, há uma clara discriminação envolvendo a atividade das igrejas, visto que enquanto eventos seculares estão retornando com maior liberdade de público, como jogos esportivos, cerimônias e festas populares, os cultos de celebração a Deus ainda continuam restritos, prejudicando a interação dos seguidores de Cristo.

“É hora de os líderes da igreja se unirem para tomar uma posição”, disse ele em sua rede social. “Estamos todos comprometidos em manter as pessoas seguras, mas parece que as igrejas nem mesmo estão sendo consideradas para um alívio constante das restrições”, escreveu Houston no Instagram.

Na Austrália já foi anunciado que a partir de dezembro casas de festas poderão receber até 500 pessoas, enquanto que casamentos 300, mas nenhuma mudança foi dita quanto à capacidade de culto das igrejas que até hoje permanece em apenas 100 pessoas, independentemente do tamanho do templo.

No Brasil, em algumas regiões como o Distrito Federal, o culto é restrito a um terço da quantidade total dos membros da igreja, independentemente do tamanho do templo. Medidas de prevenção contra a pandemia, como o uso de álcool em gel e o distanciamento social também são tomadas.

Durante uma entrevista para o The Today Show, o pastor Houston ironizou o caráter aparentemente seletivo do poder público para com os cristãos, citando a reação de outras aglomerações, onde o risco de contaminação devido ao contato humano é muito maior.

“Claro, assistindo ao futebol e as pessoas torcendo, se abraçando, cuspindo e batendo as mãos, etc., o número de eventos comunitários está crescendo, mas não houve absolutamente nenhuma mudança nas igrejas”, disse ele.



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