pastores repudiam Alexandre de Moraes

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Os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano compartilharam, em suas redes sociais, alguns vídeos mostrando as mobilizações do povo brasileiro no 7 de setembro em defesa da liberdade de expressão e da Constituição Federal.

“Povo do Brasil, 12h30. Olha a massa humana na Avenida Paulista. Isso aqui é bolsonarista, cambada de canalhas da Rede Globo? Isso aqui é povo, seus bandidos. Isso é o povo brasileiro contra o ditador da toga, Alexandre de Moraes. O povo é o supremo poder”, disse o pastor Malafaia.

Em seguida, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) expressou sua indignação com o cenário de autoritarismo: “Vão ter que se render ao povo. Não é questão de Bolsonaro, é questão constitucional”, acrescentou.

Em outro momento, após o discurso do presidente Jair Bolsonaro, o pastor aproveitou para desdenhar das manifestações realizadas pela esquerda em diferentes locais: “Só KKKKK Muito! As manifestações contra Bolsonaro foram pífias, ridículas. Que vergonha!”

“Milhões na Av. paulista apoiando Bolsonaro e a liberdade de expressão. O choro é livre!”, tripudiou o pastor, mostrando um vídeo com imagens aéreas da concentração que tomou o principal endereço de São Paulo praticamente de ponta a ponta.

Liberdade de expressão

Outro que esteve na manifestação em São Paulo foi o pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP), que discursou defendendo a imunidade parlamentar em quaisquer palavras e votos.

“Um grande amigo meu que gostaria de estar aqui, mas está impossibilitado. Ele é deputado como eu, e foi o primeiro deputado, desses últimos dias, a ser preso por expor sua opinião. Quero mandar um abraço para o Daniel Silveira, o Brasil está com você, Daniel”, disse Feliciano.

O pastor lembrou que a censura é uma característica indissociável de regimes totalitários e pontuou que o povo brasileiro não irá se render aos excessos da elite do Poder Judiciário.

“A nossa liberdade de expressão não pode jamais ser tolhida. A nossa liberdade de pensamento não pode ser tirada. Se eu não posso pensar, eu não posso existir. Eu vivo no Brasil, não estou em Cuba, não estou na Venezuela. Quem não quer essa democracia vá para Cuba, Venezuela, Nicarágua. Mas os que ficarem aqui, fiquem e terão liberdade”, disse.

Feliciano também lembrou do jornalista Oswaldo Eustáquio, evangélico, que foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes e terminou paraplégico: “Está numa cadeira de rodas, simplesmente porque aprouve seu coração contar aquilo que ele sonhava para o Brasil”.

“Foi preso, dentro da prisão foi violentado. Paralisaram as pernas do Oswaldo, mas não paralisaram a sua alma de brasileiro. Não paralisaram seu patriotismo”, enalteceu.

Por fim, o pastor lembrou do colega de ministério e mandato, Otoni de Paula (PSC-RJ): “É um guerreiro e hoje está com sua vida sendo devastada simplesmente por ser deputado federal e por ter exposto seu pensamento”.

“Quero fazer um apelo ao presidente da Câmara dos Deputados, ao presidente do Senado: deem mais dignidade, porque eu como deputado ando medindo as minhas palavras. É inadmissível isso. […] Liberdade de expressão já”, encerrou.

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