Peruca é proibida na penitenciária onde Flordelis está presa

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A ex-deputada federal e cantora Flordelis foi fotografada sem peruca para o fichamento na prisão e a imagem revelou um semblante abatido. Ela é acusada de cinco crimes, incluindo o assassinato do marido, pastor Anderson do Carmo.

A imagem de Flordelis vem circulando na imprensa e evidencia seu abatimento desde que foi presa preventivamente, por ordem da juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói (RJ).

Além da ex-deputada, outras nove pessoas suspeitas de envolvimento na morte do pastor estão presas. Ela é acusada de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa.

Pouco antes de ser presa, Flordelis publicou um vídeo em suas redes sociais reafirmando inocência e pedindo orações.

Rotina

Detida na penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro, a ex-deputada divide cela com outras detentas. Dentro do presídio não é permitido o uso de maquiagem e de outros acessórios, como a peruca.

De acordo com informações do portal Uol, Flordelis tem se dedicado à leitura na biblioteca do presídio. Pela manhã, as funcionárias da Secretaria de Administração Penitenciária fazem a revista das detentas, e em seguida, a ex-deputada é liberada para a sala de leitura.

A alimentação é simples no presídio. O café da manhã é servido com um pão com manteiga e um café. No almoço e jantar são servidos, normalmente, um prato de arroz com feijão, salada e uma proteína.

O relato dos funcionários da penitenciária é que a ex-deputada se alimenta pouco e tem usado medicamentos para dormir, já que segundo sua defesa, já eram de seu costume.

Além da leitura, Flordelis solicitou na última quarta-feira, 01 de setembro, que seus advogados solicitem à Justiça autorização para que ela continue seu curso de Ciências Políticas.

“Ela nos pediu que peticionemos à juíza a autorização para continuar fazendo seu curso de Ciências Políticas. Quer estudar enquanto aguarda a soltura”, disse Janira Rocha, advogada de defesa. Caso a juíza Carvalho Arce autorize, ela participará das aulas de forma remota.

Janira Rocha também revelou que sua cliente está otimista com o pedido de soltura impetrado no Superior Tribunal de Justiça: “Nós pedimos desde a prisão. O STJ vai analisar o mérito, estamos aguardando”.

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