Professor punido por defender fé cristã é indenizado por direção escolar

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Um professor cristão que se posicionou contra pautas progressistas durante uma reunião pública e havia sido pela diretoria de ensino da região onde trabalha, conseguiu uma importante vitória na defesa das liberdades de expressão e religiosa.

O conselho escolar do condado de Loudoun, na Virgínia, concordou com um mandado de segurança permanente e pagar US$ 20 mil para resolver as reivindicações apresentadas pelo professor Byron Tanner Cross, que foi punido por expressar sua visão cristã do mundo em uma reunião pública.

Um anúncio na última segunda-feira, 15 de novembro, feito pela Alliance Defending Freedom disse que a liminar proíbe permanentemente o Conselho Escolar do Condado de Loudoun de retaliar Cross por expressar “suas visões constitucionalmente protegidas sobre a política de transgêneros do conselho”.

O professor se manifestou contra as diretrizes impostas pela direção, que praticamente obrigava os profissionais a se manifestarem contra a ideologia de gênero.

O acordo é uma resolução permanente de uma liminar obtida pelo professor anteriormente, quando um tribunal distrital concedeu seu pedido de tutela contra a retaliação, o que foi afirmado pela Suprema Corte estadual.

Ele se opôs publicamente em uma reunião do conselho escolar público à então proposta Política 8040, que força os professores a violarem suas crenças, exigindo que eles tratassem os alunos “transgêneros e expansivos de gênero” por meio de seus pronomes escolhidos, em vez de aqueles consistentes com seus sexo biológico.

O conselho também concordou em limpar sua ficha, removendo qualquer referência à suspensão imposta a ele e pagar US$ 20 mil para cobrir as despesas legais.

O caso geral, entretanto, continua, já que a professora de história Monica Gill e a professora de inglês Kim Wright foram adicionadas como clientes ao lado de Cross, e suas reivindicações contra o conselho permanecem.

“Os professores não devem ser forçados a promover ideologias que são prejudiciais aos seus alunos e que eles acreditam ser falsas, e certamente não devem ser silenciados de comentarem em reuniões públicas”, disse o advogado Tyson Langhofer.

“Embora estejamos muito satisfeitos que Tanner possa continuar servindo seus alunos à luz deste acordo, as preocupações expressas em nosso processo em andamento desafiando a política do distrito permanecem. Os funcionários públicos não podem ser forçados a contradizer suas crenças fundamentais apenas para manter um emprego. Liberdade – de expressão e exercício religioso – inclui a liberdade de não falar mensagens contra nossas crenças fundamentais. É por isso que nosso processo pede ao tribunal que proteja os direitos constitucionais de nossos clientes, interrompendo imediatamente a aplicação desta política prejudicial do distrito escolar”, acrescentou.

Um trecho da queixa judicial em nome dos professores acusados diz que “eles seriam forçados a comunicar uma mensagem que acreditam ser falsa – que a identidade de gênero, em vez da realidade biológica, fundamentalmente molda e define quem realmente somos como humanos, que nosso sexo pode mudar, e que uma mulher que se identifica como um homem realmente é um homem, e vice-versa”.

“Mas se eles se referem aos alunos com base em seu sexo biológico, eles comunicam os pontos de vista em que realmente acreditam – que nosso sexo molda quem somos como humanos, que esse sexo é fixo em cada pessoa, e que não pode ser mudado, independentemente de nossos sentimentos ou desejos”, reitera a ação, segundo informações do portal WND.

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