Quem ajudar pessoas a deixar a homossexualidade poderá ser preso

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Apesar da homossexualidade não ter qualquer origem biológica cientificamente comprovada, salvo especulações, sendo, portanto, um comportamento sexual adquirido de múltiplas formas, como através do meio familiar e experiências sexuais, segundo relatos de quem já deixou de ser gay, o tema ainda é alvo de medidas de visam cercear o direito de quem deseja procurar ajuda sobre a questão.

Exemplo disso é um projeto de lei que tramita no Canadá, o qual visa colocar na prisão quem ajudar homossexuais ou transgêneros em conflito com a própria identidade. Hudson Byblow, um professor católico membro da organização ‘Courage International’, gravou um vídeo para comentar o assunto citando a própria história de vida.

“Eu sou uma pessoa que tem atrações pelo mesmo sexo e inclinações transgênero, ambos sendo parte da minha história, e passei muito tempo compartilhando minha história de como encontrei paz e alegria fora dessa mentalidade, independentemente de onde minhas atrações estivessem”, disse ele.

Segundo Hudson, caso a provado o projeto de lei conhecido como C-6, pessoas como ele não poderão mais buscar ajuda de psicólogos, psicoterapeutas em geral para lidar com a inconformidade de orientação sexual, neste caso à atração por pessoas do mesmo sexo.

A psiquiatria classifica essas pessoas como “egodistônicas”. Se tratam de indivíduos que não admitem a própria atração sexual e que por isso buscam mudar de orientação, ou suprimi-la. Podem ser heterossexuais ou homossexuais.

Entretanto, para o ativismo LGBT, homossexuais que desejam abandonar a homossexualidade seriam vítimas da pressão social exercida sobre eles, do estigma e preconceito.

Ocorre que a própria militância LGBT exerce, também, pressão e atua preconceituosamente, ignorando a realidade de que ex-gays existem e podem, sim, mudar de orientação, conforme já noticiou o Gospel Mais aqui. 

“Eu tenho uma voz, e no momento em que ela for suprimida, será como, o que isso diz sobre nosso país? O Norte verdadeiro, forte e livre?”, questiona Hudson ao ironizar o seu país, onde hoje a liberdade de pensamento e expressão ainda existem.

Tentativa de repressão

Durante o acolhimento de pessoas que desejam abandonar a homossexualidade, geralmente questões do passado veem à tona, como traumas infantis e problemas relacionados às figuras paterna e materna.

É nesse momento, quando o “egodistônico” percebe a real natureza do seu conflito, que mudanças ocorrem de forma espontânea. Entretanto, segundo o projeto C-6, quem for pego ajudando tais pessoas neste sentido, poderá pegar até 5 anos de prisão, segundo o Life Site News.

“O projeto de lei abrangente acrescenta cinco novas infrações ao Código Penal: fazer com que um menor de idade (definido como menor de 18 anos) seja submetido à terapia de conversão; remover um menor do Canadá para fazer terapia de conversão no exterior; fazer com que uma pessoa se submeta à terapia de conversão contra sua vontade; lucrar com o fornecimento de terapia de conversão; e anunciar uma oferta para fornecer terapia de conversão”, diz o editorial.

Hudson, por sua vez, afirmou em vídeo que os parlamentares canadenses não podem ceder a pressão do ativismo LGBT, pois se o projeto for aprovado, não apenas a liberdade profissional de muitos psicoterapeutas ficará ameaçada, como o sofrimento real de pessoas egodistônicas será potencializado diante de uma.

“Se nossas leis meio que se curvarem às exigências desses… eu diria, ativistas radicais, então as ideias se tornam ódio. Para mim, isso torna o movimento do orgulho LGTBQ, ou o movimento ativista, nada menos que uma religião por si só, e agora estamos falando sobre ideologias opostas”, diz ele.

“A palavra de Deus começou a me mudar de dentro para fora”, diz ex-homossexual



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