“Se você não está doutrinando seus filhos, outra pessoa está”, diz apresentadora americana

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A guerra racial, a ideologia LGBTQ e outras pautas de esquerda têm atraído muitos jovens que, por outro lado, têm se afastado da doutrina bíblica.

A apresentadora americana Allie Beth Stuckey, conhecida por suas opiniões conservadoras na mídia dos EUA, acredita que os pais podem usar as verdades da Palavra de Deus para combater as mentiras propagadas pela cultura progressista.

“Temos que ensinar aos nossos filhos coisas que você e eu provavelmente não tivemos que aprender. Nossos pais não tiveram que nos ensinar a diferença entre um homem e uma mulher”, disse Stuckey ao site Daily Wire. 

Stuckey observa que desde desenhos animados até a grande mídia estão buscando doutrinar crianças sobre sexualidade e gênero. “Portanto, se você não está catequizando seus filhos — se não está ‘doutrinando’ seus filhos, os ensinando o que pensar e como pensar — então outra pessoa está”, alerta.

“Eles querem trabalhar a mente de seu filho e formar a mente de seu filho à imagem deles — à imagem do progressismo”, explicou ela. “Eles podem não se considerar religiosos, mas são em todos os sentidos da palavra. Eles têm seus próprios dogmas, eles têm seu próprio tipo de teologia e sua própria visão de mundo”.

A apresentadora também incentiva os pais a se envolverem na vida dos filhos, especialmente na vida espiritual: “Você tem que ser o principal treinador de fé de seu filho. Ninguém mais vai fazer isso por você, nem mesmo uma escola cristã.”

Stuckey destaca também que a neutralidade é um mito. “Não existe uma visão de mundo neutra. Seus filhos estão aprendendo uma visão de mundo quando estão assistindo TV. Eles estão aprendendo uma visão de mundo na sala de aula. Que visão de mundo você quer que seus filhos tenham?”

Aos pais que se sentem incapazes de doutrinar os filhos, Stuckey dá um conselho prático: “Você não precisa ser um teólogo especialista e saber tudo da Bíblia. Você não precisa ter uma vida perfeita. É claro, você deve dar um exemplo de caráter, integridade e compaixão para seus filhos. Mas se você não for perfeito, tudo bem”.

Ela acrescenta: “Agora é a hora de humildemente começar a pedir sabedoria a Deus, pedir ajuda às pessoas ao seu redor e começar a discipular seus filhos no Senhor, ensinando a eles o que pensar, como pensar, como trabalhar, como viver a fé.”

“Fale a verdade no amor”

O que fazer quando o filho já abraçou os conceitos progressistas? Para Stuckey, o melhor caminho aos pais é falar a verdade no amor, fazer perguntas difíceis, lembrar o quanto são amados e ser “franco com eles”.

“Não estou dizendo que vai dar certo e que seus corações vão mudar”, disse Stuckey. “Mas a sua obrigação é primeiro para com o Senhor, e isso significa que é para com a verdade. E sempre acho que a verdade e o amor estão interligados. Não podemos separar as duas coisas”.

Para o jovem que rejeita a religião e busca um propósito de vida, a esquerda é atraente, observa a apresentadora.

“[A esquerda] tem muitas regras. Por exemplo, ele tem muitos códigos de fala. Tem ritos religiosos. Tem santificação (fazer o trabalho do antirracismo). Há muita imitação do cristianismo dentro do esquerdismo, sem algumas das características mais impopulares — como não fazer sexo até o casamento”, explica.

Stuckey acredita que a abordagem do “faça o que quiser”, “não sabemos o que queremos para o futuro”, já não é atraente para “jovens que estão com fome de algo maior”.

A origem está no falso “amor próprio”

Stuckey acredita que tudo começou com a “indústria da autoajuda”, que apesar de trazer bons conselhos às pessoas, também passou a incutir a ideia de que “você é seu próprio deus” e que a vida é uma jornada para “descobrir quem você realmente é”.

“Se você olhar para os índices de depressão e ansiedade entre os jovens, eles são muito maiores do que as gerações anteriores. Mesmo assim, continuamos ouvindo: ‘É por causa da falta de amor-próprio. Precisamos fazer com que os jovens se amem mais, pensem mais em si mesmos, se concentrem mais no autocuidado e no auto-rejuvenescimento’”, avalia.

“Mas se o problema é o ego, isso não pode ser a solução… Não acredito na premissa de que temos uma falta de amor próprio neste país. Não há nenhum indício na sociedade de que não temos foco em nós mesmos. Somos infinitamente obcecados por nós mesmos”, acrescenta.

Por isso, ela ensina que as pessoas devem encontrar significado não em si mesmas, mas no Criador. “Nossa missão não deve ser apenas nos amarmos mais”, disse Stuckey. “Temos que olhar mais para o Deus que nos criou — que nos diz quem somos, que enviou Seu Filho para morrer por nós e nos dá nosso valor para que possamos ver através disso.”



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