Sobre recomeços – Verbo da Vida

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Aos poucos estou retomando ao meu eu. Tive que me reinventar e me reconstruir tantas vezes, que corri o risco de me esquecer. Esquecer aquilo que foi criado em mim, com propósitos tão específicos, que me fez ter uma identidade n’Ele.

 

Ele tem falado comigo todos os dias: “Eu te fiz… lembra?”. Pessoas, muitas vezes, se levantam contra você, assassinam a sua influência; as circunstâncias a machucam, os lugares se tornam pesados e talvez por isso, achamos que tudo em nós está errado.

 

O cansaço vem!

Penduramos as chuteiras!

Saímos do campo ainda escalados. Como? Só quem vive sabe.

Mas com aquela presença incomparável, Ele está ali. Pacientemente, segura as suas mãos, fortalece os seus pés e cura a sua alma. O sussurro manso está ali todos os dias… psiuuu! Está ouvindo?

 

Pare de falar para quem não pode resolver. Pare de falar um pouco, ei, Ele sabe.

Se acalme por dentro, silêncio!

O silêncio e a quietude são virtudes preciosas demais, mas, já adianto, elas não se compram, se constroem. Está disposto? Vale a pena!

Me silenciei, me calei.

 

Saí de cena mesmo em palco.

Horas, dias, meses e anos… e aos poucos todo o sofrimento vai virando aprendizado. Sem amargura e frustração.

 

Perdoei e me perdoei. Cresci por dentro, me reconstruindo convicta que desfrutava, como o apóstolo Paulo, da graça que fazia da fraqueza a sua fortaleza.

“Reconstrua-se, mas mantenha a mesma essência” – Ele me disse.

E continuou…

 

“Se faça mais forte, mais bela, mais criativa, mas na mesma essência, fui eu quem te fiz, lembra? Pare de buscar a sua identidade diante dos homens quando eu já te dei, através de Mim.”

 
E com lágrimas dei o meu amém e disse dentro de mim: “Bem-vinda de volta”.

Fonte:Verbo da Vida

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