testemunha relata ataque a bomba

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Enquanto o julgamento de Flordelis (PSD-RJ) e demais denunciados pelo assassinato do pastor Anderson do Carmo não acontece, ações de intimidação passam a constar da lista de acusações contra a família: uma testemunha ouvida pelos investigadores alega ter sido alvo de um ataque a bomba na última sexta-feira, 04 de setembro.

A empresária Regiane Rabello, 40 anos, procurou a Polícia para dizer que foi alvo de um ataque a bomba na madrugada do dia 04, e que a explosão causou pânico aos moradores do bairro Itaipuaçu, em Maricá (RJ).

“Meus vizinhos estão assustados. Nunca aconteceu esse tipo de coisa por aqui”, relatou a empresária, que disse que ouviu a explosão e viu um clarão pela janela, quando já estava deitada.

De acordo com informações do portal Uol, a testemunha ouvida no inquérito da morte de Anderson do Carmo pensou que fosse algo ainda mais grave por conta do impacto causado pela bomba: “Quando ouvi, achei que o meu carro tivesse explodido na garagem. Era uma bomba caseira, que foi jogada na lateral da minha casa. Depois da explosão, os estilhaços ficaram pelo chão. A polícia já fez a perícia”, contou.

Regiane Rabello atribui aos filhos de Flordelis a autoria do atentado: “É uma família de criminosos. Foi uma tentativa de intimidação mesmo, para que eu recue. Mas o efeito foi outro, ganhei mais forças. Eles não vão me calar”, garantiu.

A empresária diz ter uma relação próxima com Lucas Cézar dos Santos de Souza, um dos filhos adotivos de Flordelis, que foi preso por, supostamente, ter fornecido a arma do crime para o filho biológico, Flávio dos Santos Rodrigues, efetuar os disparos. “Ele se comunica comigo por carta. E está feliz pelo desfecho do caso. Acredita que a justiça está sendo feita”, resumiu Regiane.

A defesa da deputada federal negou que Flordelis tenha qualquer envolvimento com o ataque: “Todo crime deve ser investigado e todas as denúncias apuradas. É muito irresponsável fazer qualquer tipo de ilação atrás de atenção e sensacionalismo. Se houve, que a polícia investigue, apure e o responsável seja punido”, diz a nota.



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