Tribunal condena pai a pagar por terapia para transformar filho de 8 anos em menina

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Uma mãe que está tentando fazer a transição de gênero de seu filho de 8 anos para que o garoto se torne uma menina recebeu o poder de decisão sobre os cuidados de saúde e educação de seu filho, essencialmente revertendo uma decisão anterior que concedia ao pai direitos de coparentalidade. O pai, que sempre discordou do tratamento, também foi condenado a pagar pelas sessões de aconselhamento que irão guiar o garoto nessa transição.

No caso em andamento de James Younger, de 8 anos, a juíza de Dallas Mary Brown cancelou uma audiência que estava marcada para terça-feira e retirou de seu pai, Jeffrey Younger, o direito de ter qualquer decisão sobre os cuidados médicos, psicológicos e psiquiátricos de seu filho. Em vez disso, o juiz deu todo o poder de decisão à Dra. Anne Georgulas, que é pediatra e mãe não biológica de James e seu irmão gêmeo, Jude, conforme informou a LifeSite News.

Jeffrey sempre se opôs à decisão de sua ex-esposa sobre fazer a transição de gênero em seu filho, James. Porém agora, com a decisão mais recente da juíza, o pai não terá nem o direito de opinar sobre os conselheiros de seu filho.

Histórico

Em meio a protestos em todo o país sobre o caso, em outubro passado, a disputa pela custódia do garoto havia resultado em uma decisão na qual os pais receberam a tutela conjunta do pequeno James. Mas a decisão desta semana reverte a anterior e agora elimina os direitos do pai sobre a saúde do filho.

Na decisão de outubro, a juíza Kim Cooks, que posteriormente teve sua decisão do caso revertida, também determinou que Anne Georgulas havia afirmado abertamente o pequeno James como mulher, levando-o a desfiles LGBT, comprando vestidos e perucas para ele usar e matriculando-o em uma escola como uma “garota transgênero”, chamada “Luna”.

Brown (juíza atual) foi indicada para o caso em janeiro, depois que os advogados de Georgulas exigiram a remoção de Cooks do caso, por causa de uma postagem no Facebook que a juíza compartilhou em sua página pessoal. Na postagem, a juíza compartilhou um artigo do jornal ‘Dallas Morning News’ sobre sua decisão, na qual ela acrescentou uma declaração apontando que nem “[o] governador, nem qualquer legislatura tiveram qualquer influência na decisão do Tribunal”.

Como está atualmente com a tutela do menino, Anne Georgulas agora terá permissão para matricular James na escola como “Luna” e buscar “tratamentos médicos experimentais de afirmação de transgênero”.

Jeffrey Younger está sob ordem judicial imposta pelo tribunal e não tem permissão para falar com a mídia. Seus amigos e apoiadores, no entanto, organizaram uma página no Facebook chamada “Save James”, juntamente com um site do tipo ‘vaquinha virtual’ para ajudar nas despesas do pai com o processo.

A página Save James explica que as sessões de aconselhamento que Younger está sendo forçado a pagar custam US$ 5.000 por mês, além de uma retenção de US$ 10.000. Os documentos judiciais não dizem nada sobre o custo da terapia de trans-afirmação ou retenção, mas eles revelam o desejo de Younger de retirar os meninos da escola pública e educá-los em casa.

Anne Georgulas “forçou James a viver como ‘Luna’ em uma escola cercada por professores e terapeutas que não reconhecem que ele disse várias vezes para várias pessoas (sem Jeff por perto) que ele quer ser um menino e odeia ser forçado a se comportar e ser tratado uma garota”, explicou um post de terça-feira na página do Facebook do Save James.

Contexto

Georgulas não é a mãe biológica de James, já que ele e seu irmão gêmeo foram concebidos através do uso de um óvulo de uma doadora e tecnologia reprodutiva de fertilização in vitro.

Com a notícia da última decisão nas redes sociais, as hashtags #savejames e #savejamesyounger que surgiram no segundo semestre do ano passado voltaram a ficar em alta nos EUA.

Uma “audiência especial de prova” para fins de revisão dos pedidos está supostamente marcada para o mês que vem, de acordo com a página “Salve James” no Facebook.

Há muito tempo, Jeffrey Younger se refere à medicalização do gênero, especificamente à administração de drogas para bloquear a puberdade e hormônios do sexo cruzado, como “castração química” e uma forma cruel de abuso sexual infantil.

De acordo com os termos da decisão judicial de outubro do ano passado, além de proibido de falar com a mídia, o site de Younger, Save James, teve de ser encerrado. A página ‘Save James’ no Facebook tem como objetivo resgatar o pequeno James e milhares de outras crianças que enfrentam a transição médica de gênero em situações semelhantes, mas cujos casos não são amplamente conhecidos.



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