Will Smith crítica o racismo e alerta sobre líderes “sem amor e sem Deus”

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Will Smith, um dos maiores astros do cinema americano, disse que ficou bastante surpreso com a força que os protestos contra o racismo ganhou. Ele estava numa entrevista com a comentarista crítica da CNN, Angela Rye, em seu programa.

O objetivo dessa entrevista para Smith foi ressaltar a importância do amor e de Deus na sociedade, no combate ao racismo. Ele, que está sendo alvo de polêmicas devido a declaração de um ex-amigo ao dizer que seu casamento é uma “relação aberta”, não deu prioridade à questão.

O ator ainda não tinha se manifestado publicamente durante toda a agitação causada com a morte de George Floyd. Mas diz que tudo o que aconteceu após esse trágico episódio fez com que ele refletisse bastante em vários pontos.

Will Smith também relatou que foi vítima de racismo na Filadélfia, sua cidade natal, e também testemunhou preconceito em Hollywod. Disse também que a comoção global em volta do racismo é sinal de muitas mudanças, principalmente nos EUA.

“A raiva é justificada sob opressão. Também pode ser realmente perigoso e o que eu amei nos protestos pacíficos, é como protestos pacíficos, espelha as imagens demoníacas do seu opressor ”, disse o ator.

“Então, fiquei muito encorajado pela força com que essa geração foi capaz de segurar aquele espelho”, destacou, se referindo ao caso como um exemplo a ser refletido para a sociedade.

Smith também disse que devido às suas experiências de várias viagens, percebe claramente a maldade do ser humano, segundo informações do Inquirer.

“Quando passamos pelo mundo, você está enfrentando mentes contaminadas e degradadas e isso nunca será diferente. Então, ao tentar construir sistemas, é isso que vai acontecer agora, criar novos sistemas, você ainda enfrentará as mesmas mentes contaminadas e degradadas nessas circunstâncias”, afirmou.

Will Smith falou da sua preocupação das pessoas sucumbirem à falta de amor, explicando como isso é prejudicial, por exemplo, pela falta da presença de Deus em figuras importantes, como os líderes da sociedade.

“Como país, espero que parte do que estamos aprendendo agora seja os aspectos destrutivos da liderança sem amor e sem Deus. Não eleja pessoas que não têm Deus e amor em seus corações”, destacou o ator.



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